O fantasma da Alameda Santos

O fantasma da Alameda Santos

Sinopse

O Pancho deu o aviso. Desde cedinho ele olhava para o céu e latia de maneira estranha - um presságio, algo de ruim aconteceria em breve. Trata-se de mais uma missão para Gordo e seus amigos, que, desta vez, precisarão desvendar um mistério do além. Em O Fantasma da Alameda Santos, João Carlos Marinho, autor premiado, prestes a completar oitenta anos de idade, nos presenteia com mais uma obra da Turma do Gordo, que já desvendou diversos casos desde a publicação de sua primeira história, O Gênio do Crime, em 1969.Dessa vez, Gordo se muda para um casarão na Alameda Santos, e descobre que Marta, uma jovem que morava ali, morreu misteriosamente. Agora, o fantasma da garota está preso em seu quarto, e a turma do gordo se engaja para descobrir a verdadeira história por trás desse assassinato. Criativamente ilustrada por Mauricio Negro, O Fantasma da Alameda Santos é a 13ª história da turma. Nesta obra, João Carlos Marinho se mostra um autor atemporal e, mais uma vez, justifica o porquê de suas obras encantarem tantas gerações. Ainda sob o seu estilo de escrita único, apresenta o cotidiano atual dos pré-adolescentes, com uso das novas tecnologias por meio de smartphones e redes sociais. "Filmei a Berenice pendurada na árvore. Vou postar no Face - falou Pituca.Mais de duzentas curtidas - falou Biquinha.Mais de dez mil - falou Pituca".

Autor

João Carlos Marinho nasceu no Rio de Janeiro em 25 de setembro de 1935, mudando-se logo para Santos, onde cursou o primário no Ateneu Progresso Brasileiro. Fez o ginasial em São Paulo no Colégio Mackenzie, mudando-se depois para Lausanne, na Suíça, onde cursou o colegial e obteve o diploma da Maturité Fédérale Suiça. Voltando ao Brasil, fixou residência em São Paulo e diplomou-se em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco (USP). Uma vez formado, passou a advogar em Guarulhos, onde foi titular do famoso escritório de advocacia trabalhista J. C. Marinho até 1987, quando voltou a morar em São Paulo e deixou a advocacia, passando a viver exclusivamente de direitos autorais. Em 1969, quando ainda advogava, publicou o livro O Gênio do Crime, que tornou-se um clássico da literatura infantil brasileira, já tendo folgadamente passado a marca das sessenta edições. Daí para frente foram surgindo os outros livros da turma do gordo, no total de treze até hoje. Pelo livro Sangue Fresco, o autor recebeu o Prêmio Jabuti e o Grande Prêmio da Crítica (APCA). O livro Berenice Detetive foi agraciado com Prêmio Mercedes-Benz, um dos mais importantes prêmios já destinados a obras infantojuvenis no Brasil. Escreveu ainda quatro livros para adultos. O Gênio do Crime foi levado para o cinema em 1973, em filme dirigido por Tito Teijido e que leva o nome de O Detetive Bolacha contra o Gênio do Crime. O Gênio do Crime também foi traduzido para o idioma espanhol com o título de El Genio del Crimen.