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Memorias da Quarentena

Memorias da Quarentena

Sinopse

Com a experiência de muitos anos de magistério, na Universidade do Estado do Rio de janeiro, da qual me tornei Doutor em Educação e professor titular de História e Filosofia da Educação, depois de ter passado pelas áreas de Matemática e Administração Escolar e Educação Comparada, senti vontade de deixar registrado em livro tudo o que penso sobre as cadeiras ocupadas. Foi uma vivência nada desprezível, de quase 40 anos, e numa instituição que segue sendo uma das principais do país.

Além das aulas que ministrei, tive também o privilégio de dar uma sólida contribuição administrativa. Participei, durante 26 anos, do Conselho Universitário, primeiro como presidente eleito do Diretório Central dos Estudantes (DCE), depois como presidente da Associação dos Diplomados da UERJ, para a qual fui eleito e reeleito algumas vezes.

Ainda tive a honra de ser vice-chanceler da instituição, durante os quatro anos em que fui Secretário de Estado da Educação e Cultura. Nessa ocasião, sempre a pedido dos reitores em exercício, pude ajudar a Universidade, não apenas com os meus conselhos experientes, mas também intercedendo junto aos governadores para que liberassem verbas suplementares indispensáveis ao seu efetivo funcionamento. Isso foi uma constante especialmente nos mandatos de Ney Cidade Palmeiro e João Salim Miguel. Utilizava o meu prestígio para essa liberação, sem a qual até o pagamento dos professores estaria comprometido.

Não tenho a pretensão de contar a história da UERJ, onde poderia lembrar a minha decisiva participação na criação do seu afamado Colégio de aplicação, do qual fui o primeiro professor de Desenho Geométrico. Isso fica para uma outra oportunidade. Por ora, valendo-me do tempo aberto pela pandemia que assolou o país, escrevi 85 artigos bem objetivos sobre fatos e autores de Filosofia e Educação. eles se entrelaçam, como ficou muito bem demonstrado pela rica biografia de Voltaire ou pelas provocações dos gregos na escola de cinismo de tempos idos e vividos. Acompanhando a série teen da Netflix, intitulada ""Merlí"", um criativo professor de Filosofia, busquei a necessária inspiração para o desdobramento desse roteiro. Não é toda a Filosofia, mas boa parte dela.