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Perturbações Silenciosas: A Dissociação como Trauma Relacional

Perturbações Silenciosas: A Dissociação como Trauma Relacional

Sinopse

Perturbações Silenciosas: a dissociação como trauma relacional apresenta um modelo etiológico para a dissociação patológica a partir do referencial conceitual da teoria do apego. Sob essa perspectiva, processos de desorganização do apego e da intersubjetividade são considerados como um "trauma oculto". A teoria do apego vem sendo ampliada a partir de novas ideias e pesquisas sobre intersubjetividade. Nessa ampliação, a teoria passa a enfatizar o papel central de processos intersubjetivos de comunicação afetiva na organização, não apenas do sistema de apego, mas também do self. Estudos longitudinais prospectivos recentes mostram uma relação significativa entre apego desorganizado no bebê e dissociação patológica na vida adulta. Os resultados dessas pesquisas, analisados à luz da teoria do apego, sustentam uma proposta de redefinição do trauma nos primeiros anos de vida. As pesquisas atuais sugerem que o estresse gerado por mecanismos sutis de comunicação afetiva disruptiva na díade bebê-cuidador pode gerar processos de desorganização do sistema de apego e do self. Tais processos podem dar início a uma trajetória de desenvolvimento em direção à dissociação patológica.